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PALÁCIO DOS BANDEIRANTES (Morumbi)

Em 30 de março de 1970, sob o governo de Abreu Sodré, o Palácio dos Bandeirantes torna-se a sede definitiva do governo paulista. A partir de então, houve um esforço no sentido de fazer do palácio do governo um centro de cultura, com a constituição de acervo de móveis, quadros e objetos. Vale registrar que o governador Laudo Natel, em sua segunda administração (1971-1975), foi efetivamente o primeiro governador a despachar diariamente no Palácio dos Bandeirantes.

Atendendo orientação do então governador Roberto Costa de Abreu Sodré, seu secretário da Fazenda, Luiz Arrobas Martins, criou uma comissão da qual participavam Oswald de Andrade, Paulo Mendes de Almeida, Sílvia Sodré Assunção, Marcelo Ciampolini e Pedro Antonio de Oliveira Neto.

Esse grupo deu início à aquisição de obras de arte que hoje compõem o Acervo Artístico-Cultural dos Palácios Governamentais. Entre as obras, podemos destacar no Hall Nobre do Palácio dos Bandeirantes os painéis de Antonio Henrique do Amaral, Clóvis Graciano, Candido Portinari, Djanira Motta e Silva, Tomie Ohtake, Alfredo Volpi e Aldemir Martins. No Salão dos Despachos, encontramos as obras de Theodoro José da Silva Braga, Oscar Pereira da Silva, Benedito Calixto e Pedro Américo, retratando fatos e cenários de nossa terra.

Nos jardins do Palácio, com 125 mil metros quadrados, convivem mais de duas mil árvores, entre elas: pau-brasil, a árvore símbolo do Brasil, o ipê amarelo, a flor símbolo do Brasil, ipê rosa, palmeira jerivá, castanheira, cedro-do-líbano, tipuana, jequitibá rosa, cedrinho, quaresmeira, jatobá, jacarandá mimoso, paineira, pata-de-vaca, pau-ferro, araucária, cerejeiras e outras. Além da diversidade de plantas, já foram identificadas aproximadamente 40 espécies de aves que fazem dos jardins seu habitat.

Avenida Morumbi, 4.500, Portão 2, Morumbi, CEP 05650-905
T 2193-8282 / 2193-8623
monitoria@sp.gov.br
www.acervo.sp.gov.br
Visitação: Terça a domingo, das 10h às 17h. Visitas monitoradas.
Acesso para pessoas com deficiência locomotora.
Entrada franca. Agendamento prévio para grupos e escolas.

PALÁCIO DO HORTO

O clima, a topografia, a fauna e a flora diversificadas, além de sua localização privilegiada, praticamente no coração da maior floresta nativa urbana do mundo, levaram o então governador Adhemar de Barros a instalar no Parque Estadual Löfgreen a residência de verão do Governador do Estado, em 1949. A edificação foi construída na década de 1930 para ser a residência do administrador do então Serviço Florestal. A casa, com paredes brancas e janelas verdes, possui uma fachada em estilo que mistura o neocolonial e as casas de campo inglesas. Seu interior conserva o mobiliário e a louçaria típica de uma casa de campo. A flora da região abriga diversas espécies de animais, como macaco, tucano, capivara, gambá, socó, garça, tico-tico, serelepe e martim pescador, que por ali passeiam livremente.

Nos jardins do Palácio do Horto, encontram-se preservadas 90% de árvores nativas, como pau-brasil, carvalho-nacional, pau-ferro, jatobá, eucalipto, pinheiro-do-brejo e outras. Desde 2007, a curadoria do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo trabalha num projeto museológico-curatorial para adequar as dependências deste espaço à Visitação pública. Desde maio de 2008, o Palácio do Horto está aberto ao público com visitas orientadas aos ambientes do palácio, oficinas e exposições de arte.

Rua do Horto, 931, Horto Florestal, CEP 02377-000
T 2193-8282 / 2193-8623
monitoria@sp.gov.br
www.acervo.sp.gov.br/visitas/visitas_phf.html
Visitação: Quarta a domingo e feriados, das 09h às 15h.
Visitas monitoradas.
Entrada franca.

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