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CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO– PMSP

A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos IX e XX foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani entre outros. As esculturas em mármores, granito ou bronze foram em grande parte produzidas nas oficinas do antigo Liceu de Artes e Ofícios. O portão monumental, localizado na Avenida Consolação e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. Os conjuntos escultóricos encontrados neste cemitério destacam-se pela sua beleza e extravagância se comparados com outros como o Pére Lachaise (1804), em Paris, e o da Recoleta (1822), em Buenos Aires. Este cemitério, assim como os citados, também abriga importantes personagens da história: Maria Domitila de Castro Canto e Melo (Marquesa de Santos), José Bonifácio de Andrada e Silva (Patriarca da Independência), Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura, ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.

Rua da Consolação, 1660, Consolação, CEP 01302-001
T 3256-5919 / 0800-109850
Visitação: Segunda a domingo, das 7h às 18h.
Visitas monitoradas das 8h ás 14hs. Entrada franca.
Metrô Consolação, Metrô Paulista. Ônibus e estacionamento nas proximidades.

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